Sonhos na Areia


Sonhos na Areia
Sua mãe contou-lhe quando era mais nova a história do João Pestana. Todas as noites a criança sonhava, e quando acordava tirava a meleca do olho acreditando que aquilo era a areia que o João Pestana havia colocado em seus olhos para ter bons sonhos.
As histórias que sua mãe contava todas as noites transformavam-se em sonhos, lindos sonhos. Ela sonhava com castelos, princesas, reis e rainhas, fadas, viagens pelas estrelas e aventuras oníricas ao lado de algum grande amor. Vez ou outra seus lindos sonhos tornavam-se pesadelos, e então enormes monstros apareciam e destruíam os castelos, as princesas eram aprisionadas num sono eterno, era aterrador para ela, mas sempre que os maus sonhos chegavam, ela chorava e logo sua mamãe aparecia acalmando-a, logo em seguida o papai vinha se arrastando pelo corredor, seus olhos pesados de sono, mas ele sempre ia lá, lhe dava um abraço e beijo de boa noite, e os pais esperavam ela dormir, muitas vezes até dormiam juntos, e quando ela finalmente dormia os bons sonhos retornavam, e em seu sono ela sorria.
A criança cresceu, e apesar de sua infância feliz ela contraiu uma forte depressão em sua adolescência, pois seu pai havia falecido, a mãe tentou resistir a dor, tinha que cuidar de sua filinha seu bebê, mas ao resistiu, ela amou tão intensamente seu marido que não suportou ficar sem ele e sucumbiu, a criança, ficou sozinha. Ela foi mandada para casa de seu tio.
Na casa de seu tio ela foi tratada com desprezo, como um cachorro com pulgas, era tão humilhada que se sentia um nada. Ela se sentia a gata borralheira, das histórias.
A garota conheceu um rapaz, e rapidamente uma paixão louca e alucinada tomou conta de seu corpo. O rapaz a iniciou no mundo das drogas, começou com um baseado, depois o vicio foi crescendo e ela se tornou dependente, o vício avançou e ela começou a usar pó.
Sua infância cheia de histórias de fadas voltou de súbito a sua mente.
Ela então lembrou-se do João Pestana e sua areia dos sonhos. Quando começou a cheirar pó, teve devaneios incríveis, se sentiu tão bem que achou que era o João Pestana o responsável por isso. Iludida e alegra pela fuga da realidade pungente, ela usou tanto que não percebeu os estragos causados pela droga.
Lá estava ela em seu palácio, com seu amado príncipe, contemplando o crepúsculo, quando de repente ela piscou os olhos e tudo desapareceu e ao seu lado estava um lindo rapaz com suas as negras projetadas em suas costas. Ele estendeu a mão e ela a agarrou, então as asas do rapaz se abriram e bateram forte, ele subiu e levou a garota consigo. Pelo infinito elas voaram e quando ela finalmente percebeu o que estava acontecendo, sorriu pois o rapaz a estava levando ao encontro de seus pais...

Amor em Tempos de Guerra



Ele prometeu dar-lhe o maior amor de todos, ele disse que nunca ia abandoná-la, mas ele não teve escolha, seu país fora atacado por forças inimigas e ele foi convocado para servir seu país.
Quando ela soube, não quis acreditar, o único homem a quem amou poderia ser morto por alguém a quem seu amado nunca fez mal.
Ele dizia “Meu bem eu voltarei!”, mas ela sabia que aquilo nunca aconteceria, seus sonhos estavam perdidos. Ela entrou em depressão, chorava todos os dias e rezava para que aquilo fosse mentira, mas infelizmente era verdade.
No dia da partida, ambos esperavam apreensivos, ele jurava a ela que não iria morrer e que voltaria e teria filhos e faria uma casa para envelhecer ao seu lado, enquanto ela só concordava, mas no seu íntimo chorava e se arrependia de não ter vivido mais ao seu lado, lembrou-se dos beijos e carícias, das jurar de amor e de todos os sonhos que construiriam juntos. “Tudo acabou” pensava ela. E ele em seu íntimo dizia “Eu sou um homem de palavra, cumprirei minhas promessas!”
Enfim chegou o seu transporte, eles se beijaram assim como muitos casais que ali se encontravam, ela chorou em seu ombro e lhe entregou um colar pra que sempre lembrasse dela, ele o pegou beijou-a novamente e partiu.
Na guerra todos rezavam para que não houvesse amanhã e toda aquela dor acabasse de vez, colegas que se tornaram irmãos, amigos que seriam felizes, uns viam os outros terem mortes dolorosas, e não queria chegar ao mesmo ponto. Ele por outro lado pensava nela o tempo todo e não queria morrer, em todas as batalhas obtinha sempre o melhor desempenho. As cartas que ela mandava eram reconfortantes e recarregavam suas energias. Ele preocupava-se por tê-la deixado sozinha. Ele não se importava mais com as mortes dos outros, só importava-se em voltar vivo.
Enquanto isso ela pensava em casa, porque devíamos lutar uma guerra sem sentido, almas inocentes que morrem todos os dias, pessoas que nem se conhecem e se odeiam por ‘amor a pátria’. Ela lamentava todos os dias por isso, e rezava incessantemente par que ele voltasse vivo.
Então finalmente houve um dia em que ele foi atingido na perna, tiveram que amputar e só então ele pôde voltar pra casa. O reencontro foi lindo, mas ele lamentava ter deixado tantos companheiros a mercê do inimigo, porém a única coisa que ele soube dizer foi:
- Eu sou um homem de palavra.

Metaleiro sem Futuro


Metaleiro sem Futuro

Caara, eu sou um metaleiro só na questão do que escuta, porque em questão de estilo e atitude eu não tenho nada a ver com um verdadeiro headbanger.

Eu sou muito, muito fã do Metallica, Pantera, Avenged Sevenfold, S.O.A.D., Iron Maiden, Megadeth, Machine Head, AC/DC, Slipknot . . . Enfim, muito metal, sei cantar e balançar a cabeça, tento tocar a maioria das musicas dessas bandas, tenho uma banda de White Metal/trash/new/metalcore (que por acaso já ta quase acabando . asuhau).

A julgar por estas informaçõess qualquer um pensaria que eu sou um daqueles caras que só curte rock e tal, mas não se engane, eu tenho um outro lado (e não é gay ta bem ?) .

Eu particularmente, sou um músico muito eclético, apesar do meu estilo favorito ser o metal, o rock em si, antes de eu ser metaleiro sou músico, então curto tudo .

Amo reggae, gosto de pagode e forró, dança ambos, curto psy trance, house, eletro, xaxado, funk brasileiro e americano, samba, salsa, bossa nova . . . Sou muito eclético, e tenho uma outra banda de pagode/samba/pop rock/reggae . A estimar pelas minhas roupas eu sou um cara normal, nordestino e sofredor, que curte o que todo mundo curte, mas eu curto tuuuudo meesmo, até brega se me derem uma pinguinha pra que eu fique bebão e num escutar nada e assim dizer que brega é boom, mas mesmo assim eu escuto .

Festa minha vai do heavy ao pagode . Portanto não em rotulem, sou apenas um headbanger eclético .

Minha Casa Virou Cassino



Minha Casa Virou Cassino


Mano, aqui em casa era um lugar, calmo, tranqüilo, pacífico, mas a partir do momento em que uns amigos meus inventaram de jogar Banco Imobiliário, WAR, Uno, Baralho, Xadrez, Dominó e até os jogos do PC, aqui virou uma casa de jogos . AUSHUSA~

Todo fim de semana eu e meus amigos nos juntamos pra jogar, pro cassino ficar completo, só falta aqueles mulézinhas torcendo pela gente, e depoisfazendo com a gente . Alguém se candidata ?

Além dos jogos,aqui tem comida e música, no futuro teremos tatames para lutar, um bom espaço pra jogar bola. Quartos pra quem quiser se divertir, bebidas, e drogas (desconsiderem isso . aushua)

Acho que vou começar a cobrar dos povo, pode ser um bom negócio não é ?